Dinheiro físico ou virtual? O fim da era das notas em espécie

Por Communicare

A utilização de moedas virtuais chama atenção para um novo modelo de negócio.

Por Brenda Mesquita

Foto: Reprodução/Jornal Contábil

    Junto ao período pandêmico, as transações online se tornaram mais comuns, nas quais os consumidores adentraram no mercado virtual e realizaram o seu sonho de comprar materiais baratos e de qualidade. Pensando nisso, grandes economistas observaram a não utilização do dinheiro em espécie e adotaram vários meios para a realização de pagamentos online, seja boleto, transferências, pix ou cartão de crédito. Seria esse o fim das notas físicas? 

Novos métodos de pagamento

     O comportamento do consumidor na internet vem sendo monitorado por especialistas desde o início da pandemia, devido às incertezas do mercado econômico mundial. A Nielsen, empresa mundial de pesquisa de marketing,  indica que itens  de emergência e referentes aos cuidados com a saúde são os mais procurados. Em um momento em que todos se encontraram sem saída, devendo permanecer em suas residências, os serviços de delivery foram a salvação de muitos. Entretanto, como eram feitos esses pagamentos sem entrar em contato com o entregador? Muitas das vezes o produto era pago pelo aplicativo, sem necessidade alguma de utilização de dinheiro em espécie. 

Foto: Reprodução/Blog Capital Doc

       Também no início da quarentena devido a situação de vulnerabilidade da população desempregada no país, foi implementado o auxílio emergencial pelo governo federal brasileiro, que por sua vez é totalmente gerenciado de forma remota. A ajuda governamental trata-se de um valor simbólico de R$ 600,00 para a manutenção econômica dos lares pelo Brasil. Sendo isso feito de maneira remota, o cidadão pode descobrir novas ferramentas de gerenciamento do dinheiro virtual, como: o Paypal, PicPay, Samsung Pass e, o recém implantado, PIX. 

Moeda virtual 

     Um dos principais atrativos do mercado online é o conhecido Bitcoin, uma moeda digital com enorme poder de compra e que se reinventou nos últimos 10 anos. Trata-se de  moedas descentralizadas, ou seja, que não possuem instituição financeira que faça uma intermediação entre o vendedor e o comprador. Dessa forma, os investimentos de alto valor podem se potencializar trazendo, assim, melhores resultados. Contudo, o risco de apostar na moeda criptografada também é alto, visto que não é possível rastrear a sua procedência. 

Fonte: Reprodução/Vetores

E para você? Qual é seu meio favorito de compras atualmente? Conta aqui pra gente nos comentários!